Você conhece a diferença entre Smart e Big Data?

Te explicamos as principais diferenças entre dois conceitos importantes no mercado atual: big data vs. smart data. Confira!

Uma das principais buzzwords do mundo dos negócios é o “big data”. No entanto, aos poucos, as empresas começam a se familiarizar com outra palavra relacionada, o “smart data”. Afinal, quais as diferenças?

Bom, vamos lá: smart data e big data não são sinônimos, mas estão sim intimamente relacionados.

Porém, qual a aplicação de ambos os conceitos para os negócios e qual a contribuição de cada um deles nas empresas?

É o que vamos te ensinar no artigo de hoje, explicando as diferenças entre smart data e big data. Que tal aprender mais? É só seguir na leitura!

O que é Big Data?

Big data trata-se das grandes quantidades de dados, não estruturados e estruturados, que são coletados pelas organizações diariamente.

No entanto, na prática, trata-se apenas disso.

O big data é a quantidade de dados gerada e coletada todos os dias pelas empresas.

Big data é definido por quatro elementos-chave: volume, velocidade, veracidade e valor.

Os aspectos de volume e velocidade referem-se ao processo de geração de dados: como capturar e armazenar os dados.

Veracidade e valor lidam com a qualidade e utilidade dos dados.

A questão é, como o nome sugere (“big” data), a quantidade de dados referida é realmente enorme e nem todos são valiosos; muito disso é apenas “ruído” — informações ou metadados com pouco ou nenhum valor real para a empresa.

Ou seja, sem estruturação, o big data é inútil. 

É apenas um amontoado de informações não relacionadas que levaria anos para ser compreendida e, mesmo assim, não produzir nenhum insight.

Porém, com as técnicas e ferramentas de análise aprofundada corretas, é possível retirar resultados rápidos e eficazes dessas informações, melhorando o processo de vendas.

É nesse ponto que o big data se torna smart data.

O que é Smart Data?

O Smart Data são dados com informações válidas, definidas e significativas que podem acelerar o processamento de insights.

Esses dados filtram todo o ruído do big data e retêm os dados valiosos, que podem ser usados com eficácia pela empresa para resolver problemas de negócios.

Analisar os dados qualitativamente permite não apenas tornar-se data-driven, mas também cria oportunidades para orientar-se de forma criativa para uma abordagem corporativa mais lógica.

Por fim, podemos descrever o Smart Data como o conjunto de informações limpo, filtrado e preparado para determinado contexto.

É um produto refinado do Big Data, assim como o diesel é um produto refinado do petróleo.

As principais diferenças entre smart data e big data aplicado aos negócios

Sim, big data e smart data são conceitos diferentes, mas complementares em certa medida. Agora, o que isso muda para a sua empresa?

Bom, separamos algumas diferenças cruciais do smart data e big data para você entender a aplicabilidade de cada um. Veja só:

  • Big data nem sempre é voltado para atender a necessidades comerciais específicas;
  • Big Data não permite personalização, ao contrário do smart data;
  • Big data não costuma ser contextualizado;
  • Smart data baseia-se em tecnologia integrada e em métricas assertivas;
  • Smart data são precisos e de alta qualidade;
  • Smart data melhora a tomada de decisões;

Ou seja, vamos lá: o smart data é a parte dos dados cujo valor pode ser usado diretamente para atender a necessidades específicas do seu negócio.

É o tipo de insight que ajuda você a cumprir resultados predefinidos específicos.

O smart data chega pronto, contextualizado e personalizado em suas mãos. Seu processamento é de alto nível e permite que seja utilizado on-the-go, na hora.

Assim, agiliza sua tomada de decisão e torna suas ações estratégicas mais eficientes e seu crescimento mais rápido.

 

Nesse conteúdo, te explicamos mais sobre as diferenças entre smart data e big data e como esses conceitos podem ser aplicados no mercado atual.

O smart data ajuda as empresas a levar o big data para o próximo nível no que diz respeito à personalização.

Assim, é possível aprimorar sua operação de maneira cada vez mais estratégica, contribuindo para a experiência do seu cliente.

Gostou do que aprendeu? Esperamos que esse conteúdo ajude você a tomar as melhores decisões de negócio.

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